chega de governo / chega de politicos

Posted: September 26, 2012 in Uncategorized

A atual organização da sociedade que vivemos é marcada pela desigualdade, pela injustiça, pela opressão e pela exploração dos trabalhadores e moradores da periferia, a maioria da população, em proveito de uma minoria rica e dominante. Em todos os níveis da nossa vida, do local em que moramos ao local de trabalho, estas características enraízam-se e transformam-se num pesado fardo e num árduo obstáculo à satisfação de nossas necessidades e realização de nossos sonhos.
Entendemos que esta situação não será superada nem pela benevolência do governo nem pela caridade da minoria dominante. É a luta popular que se apresenta a nós como o caminho a ser percorrido, como a postura a ser adotada, para que consigamos construir uma outra realidade. Buscamos como nosso horizonte a socialização generalizada dos meios de produção, das riquezas produzidas e do conjunto pleno das decisões políticas.
Vemos com clareza o rearranjo contemporâneo das categorias e funções que os trabalhadores ocupam no processo produtivo, rearranjo este articulado pela e em benefício da classe rica e dominante, e a organização do espaço geográfico de nossa cidade que nos empurra para os subúrbios e áreas periféricas. Sendo assim elegemos nossos bairros, nossa periferia, como o espaço privilegiado para o semear de nossa proposta e a estruturação de nosso movimento.

fonte: http://coletivopaem.blogspot.com.br/2009_11_01_archive.html

Michel Foucault, em um singelo manifesto chamado “Por uma vida não fascista” chama nossa atenção para que cuidemos com o mais perigoso dos monstros, o fascista que existe em nós. Criatura dominadora, crédula, mesquinha ressentida e revanchista, o simulacro mussolinico que nos habita sempre ataca para poder se defender do outro.

Nosso fascista interior sempre surge em situações limítrofes: quando somos traídos, acusados, ultrapassados ou a normalidade absoluta do mundo é vilipendiada em sua confortável rotina por algo insuportavelmente obsceno.

Pois o fascismo disfarçado de democracia que predomina nosso cenário político atual tem lançado diariamente na mídia torpedos simbólicos revestidos de notícias, editoriais, “opiniões”, e como toda ideologia integralista, vocifera preconceitos e discriminações classistas.

Laboratório de Estudos Nomadológicos //Akiles Cronópio

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